Qual das alternativas é a representação da deusa asteca Chicomecóatl?
Chicomecóatl, em náuatle "Sete-serpentes", a deusa asteca da subsistência, em especial do milho, principal padroeira da vegetação e, por extensão, deusa também da fertilidade e agricultura. Chicomecoatl era a parte feminina de Centeotl.
Era chamada também de Xilonen ("A peluda"), referindo-se às barbas do milho em vagem, ao ser considerada "Jovem Mãe do milho macio" ou jilote; era assim protetora de uma das fases do ciclo do milho. Xilonen também podia ser chamada Centeocíhatl e fora casada com Tezcatlipoca.
Nos códices astecas tinha pintados de vermelho corpo e rosto e com os atributos de Chalchiuhtlicue, como o seu tocado (uma espécie de mitra de papel) e pequenas linhas sobre as suas bochechas. Nas esculturas leva em cada mão uma dupla maçaroca de milho.
O culto a Chicomecoatl, Sobretudo durante o período cultural meio, o seu culto centrava-se no mês Huei Tozoztli ("do jejum prolongado") que se situa em setembro.
Então os altares das casas eram enfeitados com plantas de milho e nos templos bendiziam-se as suas sementes, enquanto lhe era oferecida em sacrifício uma garota decapitada que representava a deusa, cujo sangue era vertido sobre uma estátua de Chicomecoatl, enquanto com a sua pele, uma vez esfolada, se vestia um sacerdote.
Por outro lado, Xilonen também recebia sacrifícios humanos a 24 de junho para conseguir uma colheita abundante.
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